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  • Educação Emocional em pauta no congresso brasileiro AND


Objetivo

Educação de Trânsito no Brasil, antigos conceitos. 

Nas últimas décadas, os acidentes de trânsito se transformaram em problemas de saúde pública. A Organização Mundial de Saúde aponta que 12% das causas de acidentes estão relacionadas com as vias, 8% com falhas mecânicas. E 80% são de natureza humana.

Então, será que, quando nos olhamos no espelho, vemos a imagem refletida do nosso maior inimigo no trânsito?

O fato é que apesar dos altos investimentos em campanhas de prevenção de acidentes e com advento do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o índice de acidentes e conflitos ainda é muito preocupante. Algumas campanhas são contundentes, mas sempre estão falando em cinto de segurança, uso indevido do celular, velocidade excessiva, álcool e direção. Mas onde está o investimento no comportamento do condutor, o cérebro da máquina?

É evidente que alguma coisa está errada. O governo gasta milhões em campanhas de educação e arrecada outros muitos com multas que punem os infratores do trânsito. Mas estas medidas parecem não criar ressonância, não conseguem alcançar os objetivos e são insuficientes na medida em que trabalham o condutor em seus aspectos puramente cognitivos e racionais. 

Inspirada em estudos teóricos e experimentais, nossa pesquisa conclui que os comportamentos inadequados no trânsito possuem raízes emocionais. O condutor já tem a consciência de que o comportamento inseguro provoca infrações e acidentes. Mas, então, porque mesmo assim o faz?

Pretendemos provar que, no trânsito, mesmo utilizando toda a razão, o que nos move é a emoção. O condutor sente crescer dentro de si um "gigante" chamado raiva ante as muitas frustrações que o trânsito apresenta e expressa a agressividade com o veículo como extensão do próprio comportamento emocional. Seria a buzina a extensão da voz no momento em que o condutor tenta gritar?

É como se homem e máquina fossem um só. O automóvel é um instrumento que anima e dá vida à raiva do condutor que atua com fechadas, buzinas etc. Depois, segue em frente o seu percurso na via. Anônimo, como mais um monstro vestido na armadura de lata: o homem e a máquina.

Neste trabalho, o foco é educar as emoções dos condutores no trânsito, pois parece que ainda não há este interesse. Desenvolvemos, então, uma estratégia educacional para o condutor antes tratado como "condutor racional". Agora, ele deverá ser educado como "condutor emocional e racional".

Razão e Emoção, enfim juntas!